.EQUILIBRE-SE.*
SERES DE LUZ (.EQUILIBRE-SE.*) escrito em sábado 23 janeiro 2010 18:45
Sútras (.EQUILIBRE-SE.*) escrito em segunda 20 julho 2009 19:30
De Rose - Sútras
A FORÇA DA MENTE. (.EQUILIBRE-SE.*) escrito em quarta 20 maio 2009 17:23
É necessário que você saiba que existe uma força imensamente superior à eletricidade e à dinamite: a força do pensamento. Quando você pensa em algum amigo ou em um membro da família, escapam de seu cérebro ondas mentais; estas ondas são como as das emissoras de rádio e viajam através do espaço, chegando à mente daquela pessoa na qual estamos pensando. "É mais do que urgênte despertar a Força do Pensamento, em especial, o Pensamento Positivo, com ele podemos mudar o rumo de nossa vida alimentando-a com motivação e liderança" (Luis Alves, coaching e consultor)
Os cientistas já começam a fazer experimento com a força do pensamento e, logo, inventarão o telementômetro, instrumento com que se poderá medir a força mental de qualquer pessoa. Em um futuro, a óptica avançará um pouco mais e, então, se inventará o fotomentômetro, instrumento que nos permitirá ver e medir a força mental que o cérebro humano irradia.
Você tem que saber que assim como o homem tem mente, assim também todo o Universo tem mente. Existem a mente humana e a mente cósmica. A Terra é a mente condensada. O Universo inteiro é mente condensada. As ondas da mente universal saturam o espaço infinito. O engenheiro que vai edificar uma casa, o primeiro que faz é realizar o projeto mental, quer dizer, a constrói na mente; depois, a projeta no plano e, por último, a cristaliza materialmente. Assim, toda coisa, toda construção existiu primeiro na mente. Não pode existir nada no mundo físico ou material em que vivemos sem antes ter existido no mundo da mente.
É necessário aprender a concentrar e projetar a mente com precisão e grande força. E necessário que você saiba que concentrar a mente é fixar sua atenção em uma só coisa. Quando você fixa a atenção mental em um amigo distante, quando você se concentra nesse amigo, pode estar certo de que seu cérebro emite ondas mentais potentes que, inevitavelmente, chegarão ao cérebro de seu amigo.
O importante é que você se concentre verdadeiramente. É necessário que nenhum outro pensamento seja capaz de distraí-lo. Você deve aprender a concentrar sua mente.
Quem aprende a manejar a força do pensamento, vai com absoluta segurança ao triunfo, assim como a flecha chega ao alvo guiada pela mão do exímio arqueiro. Lembre-se de que o mundo é um produto da mente. Você é o que é pela mente. Você pode transformar-se totalmente, fazendo uso da força do pensamento. O pobre e miserável é assim porque quer ser assim; com a mente se sustenta pobre e miserável.
O rico e poderoso é assim porque, com a mente, se fez assim. Cada um é o que quer ser com a força da mente. Cada um projeta no mundo da mente cósmica o que é e o que quer ser. Os projetos da mente se cristalizam fisicamente e, então, temos, na prática, uma vida rica ou miserável, feliz ou desgraçada. Tudo depende do tipo de projetos mentais que hão cristalizado. Assim como a nuvem se condensa em água e a água, em gelo, a força mental também. Primeiro nuvens (projetos), depois água (circunstâncias, desenvolvimento do projeto) e, por último, o gelo duro (o projeto convertido em fatos concretos).
Se o projeto foi bem feito e com força suficiente, se os fatos ou o desenvolvimento dos fatos e as circunstâncias foram maravilhosos, o resultado será a vitória. A condensação perfeita do projeto é a vitória.
Os fatores básicos para o triunfo de um projeto são três:
- 1º força mental.
- 2º circunstâncias favoráveis.
- 3º inteligência.
Força do pensamento positivo e liderança : "... As características convecionalmente associadas com empreendimento - liderança, inovação, risco, etc. - estão associadas ao conceito, precisamente porque, em uma cultura altamente comercializada como a nossa, elas são características essenciais da efetiva organização dos negócios. Pela mesma lógica, em uma cultura diferentemente orientada, as características típicas de um empreendimento diferem." (Aiken)
Libertação Espiritual (.EQUILIBRE-SE.*) escrito em quinta 12 março 2009 14:43
Por Gary Fisher.
Há milhares de anos, Satanás entrou no belo jardim de Deus, na forma de uma serpente, e pegou Adão e Eva em sua armadilha. Desde aquele dia até agora, Satanás tem sido o principal inimigo do homem. Até mesmo nestes dias, o diabo anda rugindo como um leão que nos quer devorar (1 Pedro 5:8). Ele emprega muitos métodos. Usando vários disfarces, ele tenta, seduz e engana (2 Coríntios 11:14-15; 2 Tessalonicenses 2:9-12; 1 Coríntios 7:5). Ele também aflige, persegue e ataca (2 Coríntios 12:7; Apocalipse 2:10; 1 Tessalonicenses 2:18). Ele usa aliados tais como principados e poderes, e o próprio mundo (Efésios 2:1-2; 6:11-12; 1 João 5:19). Muitos dos que enfrentam esta batalha espiritual poderiam prontamente fazer eco à exclamação de Paulo: "Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?" (Romanos 7:24).
No próprio jardim onde o homem primeiramente sucumbiu à armadilha do diabo, Deus prometeu um libertador. "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gênesis 3:15). É muito incomum ver na Bíblia uma referência ao descendente de uma mulher. Quase sempre a linhagem foi contada através do pai. Em toda a história humana depois de Adão, só houve um que não teve um pai humano: Jesus Cristo. E assim este texto fala do conflito entre Jesus e Satanás. Mantendo a imagem da serpente, o texto fala de Jesus pisando nele, por assim dizer. Fazendo isto, ele teria seu calcanhar ferido (um dano relativamente pequeno), mas também esmagaria a cabeça do tentador (um ferimento mortal). Através do Velho Testamento, a humanidade permaneceu amarrada por Satanás, aguardando o cumprimento desta promessa gloriosa.
Finalmente nasceu o Salvador. Ele passou alguns anos "curando a todos os oprimidos do diabo" (Atos 10:38). Olhe especialmente para os exemplos em que Jesus expulsou demônios (note Marcos 1:23-28; 5:1-20; 9:14-29; Mateus 9:32-37; 12:22; Lucas 13:10- 17). É notável que Jesus subjugou os demônios com autoridade. Ele não gritou, não lutou, não usou nenhum encantamento ou instrumento mágico. Ele simplesmente disse uma palavra, e os demônios saíram. Jesus ligou sua expulsão de demônios a seu trabalho maior de esmagar Satanás. "Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós. Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa" (Mateus 12:28-29). Jesus veio ao mundo para roubar do diabo as almas que tinham estado sob seu domínio. Mas primeiro ele teve que amarrar Satanás, o que ele estava fazendo ao expulsar demônios. Então o cenário estaria preparado para que ele tomasse o domínio do diabo, o domínio que este exercia sobre os homens.
Em repetidas ocasiões, especialmente próximo do fim do seu ministério, Jesus indicava que a crise estava se aproximando. "Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago" (Lucas 10:18). "Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso" (João 12:31). "Do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado" (João 16:11, veja também 14:30).
Textos incontáveis, escritos depois da ressurreição de Cristo, mostram-no como o vencedor que derrotou a Satanás. Jesus afirmou: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mateus 28:18). "O qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as cousas debaixo dos pés . . ." (Efésios 1:20-22). ". . . Por meio da ressurreição de Jesus Cristo; o qual, depois de ir para o céu, está a destra de Deus, ficando-lhe subordinados os anjos, e potestades, e poderes" (1 Pedro 3:21-22). "E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz" (1 João 3:8). Apocalipse apresenta esta grande vitória de Jesus sobre o diabo em forma simbólica (capítulo 12). Nosso Senhor Jesus Cristo derrotou totalmente o antigo inimigo do homem. O Senhor seja louvado!
Nossa Libertação.
Nossa própria vitória sobre Satanás está intimamente ligada com o triunfo de Cristo. "Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida" (Hebreus 2:14:15). Jesus veio para destruir o diabo e libertar seus súditos. Depois de descrever sua batalha sem sucesso contra a lei do pecado e da morte em Romanos 7, Paulo mostrou que, em Cristo, somos libertados da escravidão (Romanos 7:25; 8:1-4). Cristo é nosso meio de vitória nesta luta aparentemente sem esperança: "Em todas estas cousas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou" (Romanos 8:37). Ele continuou citando principados e poderes como duas forças que não podem separar-nos do amor de Deus em Cristo (Romanos 8:38-39). "E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco" (Romanos 16:20). Gálatas 4 e Colossenses 2 também mostram como Cristo nos liberta do domínio do diabo.
Isto não significa, obviamente, que derrotamos o diabo em Cristo, sem esforço. Lutamos contra "principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6:12). Mas apesar da ferocidade do oponente, o Senhor dá a força do seu poder, com a qual podemos resistir firmemente ao diabo. Ele também nos diz exatamente que armadura usar na batalha: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo- vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica . . ." (Efésios 6:13-18). Note, por favor, que a armadura é especificada. Freqüentemente, nestes dias, as pessoas tentam travar batalhas espirituais contra o diabo e seus servos com outros instrumentos, que a palavra de Deus nunca menciona. Neste texto, é a própria Escritura que recebe a principal atenção: "a verdade", "o evangelho", "a palavra de Deus".
Conceitos Errados Sobre a Libertação.
Algumas pessoas põem demasiada ênfase no poder de Satanás. Nos seus cultos eles dão mais atenção aos demônios do que ao próprio Cristo. Deste modo, eles minimizam a responsabilidade humana e oferecem desculpas para o pecado. O diabo não pode ser culpado pelo pecado. Ele de fato tenta, mas o pecado ocorre quando nos permitimos ser seduzidos pelos nossos próprios desejos (Tiago 1:14-15). Somos capazes de resistir ao diabo e, se o fizermos, ele fugirá (Tiago 4:7). Deus não permitirá que sejamos tentados acima de nossas forças para resistir; para cada tentação há uma maneira de escapar que é dada pelo Senhor (1 Coríntios 10:13). É um erro sério dedicar mais atenção ao diabo do que ao Senhor. É errado pensar que, em certos casos, somos impotentes para resistir a algum tipo de força superior que o diabo emprega. Eu sou responsável por minhas ações, e quando eu peco não tenho ninguém a quem culpar senão a mim mesmo.
Outro ponto de vista errado é que palavras mágicas ou objetos especiais são necessários para expelir o poder de Satanás da vida de uma pessoa. A feitiçaria nos dias do Novo Testamento se apoiava na repetição de palavras especiais para superar a influência do diabo, mas Jesus condenou esta idéia (Mateus 6:7). A repetição até mesmo do nome de Jesus, de modo supersticioso, virou contra aqueles que o tentaram (Atos 19:13-16). É o poder de Cristo, não a mágica de alguma frase ou objeto que supera Satanás.
Também não podemos superar o diabo através da obediência a regras e leis humanas. Este foi, basicamente, o problema sobre o qual Paulo escreveu em Colossenses 2. Ele falou de regras que os homens inventam para tentarem ser mais espirituais, e disse que elas não dão certo. Através dos séculos, homens têm tentado repelir o diabo através de ascetismo. Jejum, auto-flagelação, e a negação de prazeres lícitos são freqüentemente vistos como maneiras de superar o diabo. Mas o argumento de Paulo em Colossenses 2 é que Cristo e seus mandamentos são tudo o que necessitamos para superar "todo principado e potestade"(Colossenses 2:10, veja 16-23).
Finalmente, o diabo não é superado por espetáculos teatrais. Confrontos verbais com o diabo e gritaria não têm base na Bíblia. Cristo e os apóstolos tinham poder especial para ordenar aos demônios que saíssem das pessoas, mas ordenavam calma e deliberadamente. As Escrituras que Jesus e seus discípulos nos deixaram nos ensinam a usufruir de seu poder em nossas vidas pela submissão a ele e pelo uso da armadura que ele nos deu.
Jesus venceu Satanás. Em Cristo, nós também podemos vencer.
Céu e Inferno. (.EQUILIBRE-SE.*) escrito em terça 03 fevereiro 2009 14:43
Allan Kardec
apresenta a verdadeira face do desejado Céu, do temido Inferno,
como também do chamado Purgatório. Põe fim às penas eternas,
demonstrando que tudo no universo evolui.
Lendo-se este livro com atenção vê-se que a sua estrutura
corresponde a um verdadeiro processo de julgamento. Na primeira
parte temos a exposição dos fatos que o motivaram e a apreciação
judiciosa, sempre serena, dos seus vários aspectos, com a devida
acentuação dos casos de infração da lei. Na segunda parte o
depoimento das testemunhas. Cada uma delas caracteriza-se por sua
posição no contexto processual. E diante dos confrontos necessários
o juiz pronuncia a sua sentença definitiva, ao mesmo tempo enérgica
e tocada de misericórdia. Estamos ante um tribunal divino. Os
homens e suas instituições são acusados e pagam pelo que devem, mas
agravantes e atenuantes são levados em consideração à luz de um
critério superior.
A 30 de Setembro de 1863, como se pode ver em Obras Póstumas,
Kardec recebeu dos Espíritos Superiores este aviso: "Chegou a hora
de a Igreja prestar contas do depósito que lhe foi confiado, da
maneira como praticou os ensinamentos do Cristo, do uso que fez de
sua autoridade, enfim, do estado de incredulidade a que conduziu os
espíritos". Esse julgamento começava com a preliminar constituída
pelo Evangelho Segundo o Espiritismo e devia continuar com O Céu e
o Inferno. Dentro de dois anos, em seu número de Setembro de 1865,
a Revista Espírita publicaria em sua seção bibliográfica a notícia
do lançamento do quarto livro de Codificação Espírita: O Céu e o
Inferno. Faltava apenas A Gênese para completar a obra da
Codificação da III Revelação.
Dois capítulos de O Céu e o Inferno foram publicados
antecipadamente na Revista: o capítulo intitulado Da apreensão da
morte, vigorosa peça de acusação, no número de Janeiro de 1865, e o
capítulo Onde é o Céu, no número de Março do mesmo ano. Apareceram
ambos como se fossem simples artigos para a Revista, mas o último
trazia uma nota final anunciando que ambos pertenciam a uma "nova
obra que o Sr. Allan Kardec publicará proximamente". Em Setembro a
obra já aparece anunciada como à venda. Kardec declara que, não
podendo elogiá-la nem criticá-la, a Revista se limitava a publicar
um resumo do seu prefácio, revelando o seu conteúdo. Os capítulos
antecipadamente publicados aparecem, o primeiro com o mesmo título
com que saíra e o segundo com o título reduzido para O Céu.
Estava dado o golpe de misericórdia nos dogmas fundamentais da
teologia do cristianismo formalista, tipo inegável de sincretismo
religioso com que o Cristianismo verdadeiro, essencial e não formal
conseguira penetrar na massa impura do mundo e levedá-la à custa de
enormes sacrifícios. Kardec reafirma o caráter científico do
Espiritismo. Como ciência de observação a nova doutrina enfrenta o
problema das penas e recompensas futuras à luz da História,
estabelecendo comparações entre as idealizações do céu e do inferno
nas religiões anteriores e nas religiões cristãs, revelando as
raízes históricas, antropológicas, sociológicas e psicológicas
dessas idealizações na formulação dos dogmas cristãos.
A comparação do inferno pagão com o inferno cristão é um dos mais
eficazes trabalhos de mitologia comparada que se conhece. A
mitologia cristã se revela mais grosseira e cruel que a pagã.
Bastaria isso para justificar o Renascimento. O mergulho da
humanidade no sorvedouro medieval levou a natureza humana a um
retrocesso histórico só comparável ao do nazi-fascismo em nosso
tempo. Os intelectuais materialistas assustaram-se com o retrocesso
do homem nos anos 40 do nosso século e puseram em dúvida a teoria
da evolução. Se houvessem lido este livro de Kardec, saberiam que a
evolução não se processa em linha reta; mas em ascensão espiralada.
Vemos assim que este livro de Kardec tem muito para ensinar, não só
aos espíritas, mas também aos luminares da inteligência néo-pagã
que perdem o seu tempo combatendo e Espiritismo, como gregos e
romanos combateram inutilmente o Cristianismo. O processo espírita
se desenvolve na linha de sequência do processo cristão. A
conversão do mundo ainda não se completou. Cabe ao Espiritismo
dar-lhe a última demão, como desenvolvimento natural, histórico e
profético do Cristianismo em nosso tempo.
A leitura e o estudo sistemático deste livro se impõem a espíritas
e não-espíritas, a todos os que realmente desejam compreender o
sentido da vida humana na Terra. Mesmo entre os espíritas este
livro é quase desconhecido. A maioria dos que o conhecem nunca se
inteirou do seu verdadeiro significado. Kardec nos dá nas suas
páginas o balanço da evolução moral e espiritual da humanidade
terrena até os nossos dias. Mas ao mesmo tempo estabelece as
coordenadas da evolução futura. As penas e recompensas de após a
morte saem do plano obscuro das superstições e do misticismo
dogmático para a luz viva da análise racional e da pesquisa
científica. É evidente que essa pesquisa não pode seguir o método
das ciências de mensuração, pois o seu objetivo não é material, mas
segue rigorosamente as exigências do espírito científico moderno e
contemporâneo. O grave problema da continuidade da vida após a
morte despe-se dos aparatos mitológicos para mostrar-se com a nudez
da verdade à luz da razão esclarecida.
(José Herculano Pires,
na introdução de O Céu e o Inferno, edições
Lake).











